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sexta-feira, 8 de março de 2013

Eletricidade doméstica por país


Este anexo abrange uma lista de plugues, tensões elétricas e frequências por país que estes usam para fornecer energia elétrica para pequenos aparelhos e eletrodomésticos. Cada país tem regras diferentes em relação a distribuição de eletricidade para aparelhos portáteis e iluminação. Tensão elétrica, frequência, e tipos de tomadas variam amplamente, mas grandes regiões podem usar um padrão em comum. Este artigo lista tomadas, tensão elétrica e frequência comummente esperada para muitas regiões. Em algumas áreas, padrões antigos talvez ainda existam, e compatibilidade física de encaixes pode não garantir a compatibilidade de tensão elétrica e frequência. Enclaves estrangeiros ou prédios frequentados por turistas talvez tenham tomadas que não são usadas no restante daquele país, para a conveniência dos viajantes.

Índice

  [mostrar

[editar]Tomadas


Plugues.
O sistema de letras usado aqui é de um documento do governo dos Estados Unidos,[1] o qual define a letra e dá uma (nem sempre correta) lista de qual tipos de plugues são usados onde. Mesmo sendo útil para uma referência rápida, o documento é ambíguo em algumas áreas. Um plugue e uma tomada classificados aqui com a mesma letra geralmente se encaixam, mas não há garantia disso. Em particular a letra C é usada para plugues com dois pinos redondos e sem aterramento (ligação à terra), mas há uma variedade de padrões que podem ser descritos assim e nem todos são compatíveis. Uma referência mais atualizada e de mais autoridade sobre plugues e tomadas é o IEC Technical Report 60083.[2]

[editar]Variação na tensão elétrica


tensão elétrica e frequência:
  220 a 240 V; 60 Hz
  220 a 240 V; 50 Hz
  100 a 127 V; 60 Hz
  100 a 127 V; 50 Hz
Deve se distinguir entre tensão elétrica no ponto de fornecimento e a tensão elétrica nominal do equipamento. Cada fornecimento de tensão elétrica tem um intervalo de tolerância, e os aparelhos tem que suportar toda a faixa de variação. As tensões elétricas neste artigo são as nominais entre fase e neutro. Cargas trifásicas e industriais terão outras tensões elétricas. É informado o valor eficaz das tensões elétricas.

[editar]Tabela de tensões elétricas e frequências

Note: The table can be sorted using the Sort none.gif icon.
regiãotipos de plugues e tomadas[1]tensão elétrica[1]frequência[1]comentários
AfeganistãoC, D, F240 V50 HzTensão elétrica pode variar de 160 V to 280 V.
África do SulC, M, IEC 60906-1230 V50 HzType C used for some appliances. Adapters are widely available.
AlbâniaC, F, L230 V50 HzTomadas do tipo F and L são a norma. O tipo L de tomada tipicamente aceita ambos os plugues grande (16A) e pequeno (10A). Ambas tomadas F e L aceitam plugues do tipo C (Europlug). Tensão elétrica foi harmonizada para o padrão da União Europeia de {400; 230} V[3] mas tipicamente fornecida em {380; 220} V.
AlemanhaC, F230 V (formerly 220 V)50 HzO Tipo F ("Schuko", contração de "Schutzkontakt") é o padrão. Plugues do tipo C são comuns, especialmente para aparelhos de baixa potência. Tomadas do Tipo C são muito raras e existem apenas em instalações muito antigas.
Arábia SauditaA, B, F, G127 V
and
220 V
60 HzA Arábia Saudita é um dos poucos países no mundo que ainda usa um sistema de duas tensões elétricas em diferentes partes do país. Em uma tentativa de unificar a baixa tensão no reino, uma decisão foi tomada pelo Concelho de Ministros da Arábia Saudita em agosto de 2010 para padronizar o sistema em 230 V. A decisão tem efeito imediáto para novos consumidores e vai ser implementada nas instalações existentes em duas fases durante 25 anos.[4][5]
ArgéliaC, F230 V50 Hz
AndorraC, F230 V50 Hz
AngolaC220 V50 Hz
AnguillaA, B110 V60 Hz
AntíguaA, B230 V60 HzEnergia do aeroporto é 110 V.
ArgentinaC, I220 V50 HzFase e neuro são invertido para a tomada do tipo I em comparação a maioria dos outros países.
ArmêniaC, F230 V50 Hz
ArubaA, B, F127 V60 HzLago Colony 115 V.
AustráliaI230 V50 HzEm 2000, a tensão elétrica de fornecimento especificada na AS 60038 é 230 V com a tolerância de +10% -6%.[6] Isto foi feito para harmonização da tensão elétrica - no entanto 240 V está dentro da tolerância e é comummente encontrada. Banheiros em hotéis muitas vezes tem tomadas do tipo I, C e A marcadas como "for shavers only" (apenas para barbeadores/máquinas de barbear).
ÁustriaC, F230 V50 Hz
AzerbaijãoC, F230 V50 Hz
AçoresC, F220 V50 Hz
BahamasA, B120 V60 Hzjunto com 50 Hz em algumas áreas remotas.
BahrainC, G230 V50 Hzplugues do tipo C são muito comuns em equipamentos de audio e vídeo. Ligado em uma tomada tipo G usando adaptadores amplamente disponíveis ou forcados para dentro dos furos, o que é amplamente praticado e perigoso.
Ilhas BalearesC, F220 V50 Hz
BangladeshA, C, D, G, K220 V50 Hz
BarbadosA, B115 V50 Hz
BélgicaC, E230 V50 Hz
BelizeA, B, G110 V
and
220 V
60 Hz
BenimC, E220 V50 Hz
BermudaA, B120 V60 Hz
BielorrússiaC220 V50 Hz
BolíviaA, C220 V50 Hz
Bósnia e HerzegovinaC, F230 V50 HzHarmonizada para o padrão da União Europeia de {400; 230} V[7]
BotswanaD, G, M230 V50 Hz
BrasilA, B, C, I - antigo C, NBR14136:2002, IEC 60906-1 - novos aparelhos127 V
and
220 V
60 HzO tipo I está se tornando comum para tomadas e aparelhos 220 V em área 127 V. Fiação de duas tensões elétricas é um tanto quanto comum para aparelhos de alta potência, como secatoras de roupas e chuveiros elétricos que tendem a ser 220 V mesmo em áreas 127 V. Dependendo da área, a tensão elétrica exata pode ser 115 V, 127 V, ou 220 V. Tomadas que aceitam os tipos A, B and C estão presentes em muitos lugares. Também note que a partir de 01 jan 2010 o Brasil converteu para o plugue internacional IEC 60906-1 que se parece com o tipo J mas não é compatível. Desde então todos aparelhos e novas construções devem atender o novo padrão.
BruneiG240 V50 Hz
BulgáriaC, F230 V50 Hz
Burkina FasoC, E220 V50 Hz
BurundiC, E220 V50 Hz
ButãoD, F, G, M230 V50 Hz
Cabo VerdeC, F220 V50 Hz
CamarõesC, E220 V50 Hz
CambodjaA, C, G230 V50 Hz
CanadáA, B120 V60 HzPrédios menores (como casas) são supridos com {240; 120} V split-phase com 240 V sendo usado para cargas maiores, e 120 V para o resto. Tomadas tipo A são para reparos apenas (casas da década de 1950 e antes que não tem condutor terra), tomadas tipo B são exigidas para novas construções e reformas. Uma tomadas do tipo B de 20 A com fenda T pode ser usada em cozinhas em novas construções.[8] Baixa tensão elétrica trifásica é {208; 120} V e também {600; 347} V em prédios maiores.
Ilhas CanáriasC, E, F, L220 V50 Hz
Ex-Antilhas HolandesasA, B, C127 V
and
220 V
50 Hz
and
60 Hz
Bonaire 127 V, 50 Hz, A tomada é uma cominação de A e C; Saba e St. Eustatius 110 V, 60 Hz, A, talvez B.
Ilhas CaymanA, B120 V60 Hz
CazaquistãoC, E, F220 V50 HzSem padrão oficial. A tolerância de tensão elétrica é 220 V ±10%. Tensão elétrica de fato pode variar (usualmente 150 a 200 V) por causa do sistema elétrico instável.
ChadeD, E, F220 V50 Hz
Ilhas do CanalC, G230 V50 Hz
ChileC, L220 V50 Hz
ChinaA, C, I220 V50 HzA maioria das tomadas suporta simultaneamente os tipos A e I. Algumas tomadas suportam o tipo C também (os furos nas tomadas são chatos no meio e redondos nos lados) de forma que os plugues do tipos A, C ou I (sem terra) podem ser usados. Uma segunda tomada apenas do tipo I (aterrada) fica junto da tomada multi tipo. Tomadas do tipo A apenas encaixam plugues com pinos da mesma largura. Um plugue do tipo A polarizado requer um adaptador. Nota: Não importa o tipo da tomada, a tensão elétrica na China é sempre 220 volts. Veja foto na direita.
ChipreG240 V50 Hz
ColômbiaA, B120 V60 HzCondicionadores de ar de alta potência, equipamento de restaurante, fogões e fornos usam fornecimento de 240 volts. Convenções, práticas e padrões de fiação seguem o "Código Eléctrico Colombiano", o qual é similar ao código elétrico dos Estados Unidos (USA National Electric Code).
ComoresC, E220 V50 Hz
CongoC, E230 V50 Hz
Ilhas CookI240 V50 Hz
Coreia do NorteC220 V60 Hz[9]
Coreia do SulC, F220 V60 HzType F is normally found in offices, airports, hotels and homes. Type C (type CEE 7/17) sockets are obsolete and manufacture was discontinued as of 2008, but examples are still found in a lot of places. In cases where a Type C socket was replaced with a Type F, the ground contact is often not connected to anything. 220 volt power is distributed by using both "live" poles of a 110 volt system (neutral is not used). 110 V/60 Hz power with plugs A & B were previously used but has already been phased out. Some residents install their own step-down transformers and dedicated circuits, so that they can use 110 V appliances imported from Japan or North America. Most hotels only have 220 V outlets, but some hotels offer both 110 V (Type A or B) and 220 V (Type C or F) outlets. Switches and outlets fit American-sized boxes.
Costa do Marfim (Costa do Marfim)C, E230 V50 Hz
Costa RicaA, B120 V60 Hz
CroáciaC, F230 V50 HzType F wall sockets countrywide standard. Type C wall sockets are very uncommon, and exist only in very old installations.
CubaA, B110 V60 Hz
CuraçaoA, B, C127 V50 Hz
DinamarcaC, E, F, K230 V (formerly 220 V)50 HzType E was added from July 2008.[10] Type F was added from November 2011.[11] Type C wall sockets are prohibited in houses build after April 1975.[12]All new sockets must be childproff.[13] 400V three-phase power is very common; The plugs/sockets used are eitherIEC 60309-2, or the Danish IP20- mostly know as "komfurstik" or "380V-stik".
DjiboutiC, E220 V50 Hz
DominicaD, G230 V50 Hz
EgitoC220 V50 Hz
El SalvadorA, B115 V60 Hz
Emirados Árabes UnidosC, D, G220 V50 Hz99% type G (same as UK) Others for Cookers
EquadorA, B120 V60 Hz
EslováquiaC, E230 V50 Hz
EslovéniaC, F230 V50 Hz
EspanhaC, F230 V (formerly 220 V)50 Hz
Estados UnidosA, B120 V60 HzStandardized at 120 V. Electricity suppliers aim to keep most customers supplied between 114 and 126 V most of the time. 240 V/60 Hz used for large appliances. Large residential buildings frequently have 120/208V 3-phase power, with large appliances being connected between two of the phases, giving a voltage of 208 volts. Since 1962, Type B outlets are required by code in new construction and renovation. A T-slot Type B is rated for 20 amperes for use in kitchens or other areas using large 120 V appliances.
EritreiaC230 V50 Hz
EstôniaC, F230 V50 Hz
EtiópiaC, E, F, L220 V50 Hz
Faixa de GazaC, H230 V50 Hz(see Israel in this list)
Ilhas FaroeC, E, F, K220 V50 HzSee Denmark.
Ilhas FalklandG240 V50 Hz
FijiI240 V50 Hz
FilipinasA, B, C220 V60 Hz[14]Most plugs and outlets are Type A, but some are C. Type B are commonly found in high powered appliances and computers. Some buildings have sockets that accepts Types A, B and C. Sockets and switches are built to USA dimensions and fit USA sized wall boxes.
FinlândiaC, F230 V (formerly 220 V)50 Hz
FrançaC, E230 V (formerly 220 V)50 HzType C wall sockets have been prohibited in new installations for more than 10 years.
GabãoC220 V50 Hz
GâmbiaG230 V50 Hz
GeórgiaC220 V50 Hz
GanaD, G230 V50 Hz
GibraltarG, K240 V50 HzType K was used in the Europort development by the Danish builders. Otherwise the United Kingdom fittings are used.
GranadaG230 V50 Hz
GréciaC, F, (older)"Tripoliko" similar to type J and post-1989 type H230 V (formerly 220 V)50 HzType F ("Schuko", em grego:Σούκο) is the de-facto standard for new installations' sockets. Type C sockets exist only in old installations. Light appliances use type C plug while more electricity-consuming ones use type E&F or F plugs. Corfu still only uses C 220 V at 50 Hz.
GronelândiaC, E, F, K220 V50 HzSee Denmark.
GuadeloupeC, D, E230 V50 Hz
GuamA, B110 V60 Hz
GuatemalaA, B120 V60 Hz
GuinéC, F, K220 V50 Hz
Guiné-BissauC220 V50 Hz
Guiné EquatorialC, E220 V50 Hz
GuianaA, B, D, G240 V60 HzMixture of 50 Hz and 60 Hz distribution according to Guyana Power and Light[15] Conversion of 50 Hz distribution to 60 Hz is ongoing[16]
Guiana FrancesaC, D, E220 V50 Hz
HaitiA, B110 V60 Hz
HondurasA, B110 V60 Hz
Hong KongG is used in almost all products, while M is (rarely) used when required current rating is between 13~15A. D is now obsolete in Hong Kong.220 V50 HzLargely based on UK system. Occasionally, a 'shaver' socket (similar to Type C) is found in some bathrooms that provides low current to some other plug types. These almost always have a 110 V socket and a 220 V socket in the same unit, or a switch to select voltage, which are sometimes labelled as 110 V and 220 V. This duo installation is not as common in HK as in the UK. There was a smaller 2 A version of type D, now obsolete.
HungriaC, F230 V50 Hz
IémenA, D, G230 V50 Hz
Ilha de ManG240 V50 Hz
Ilhas VirgensA, B110 V60 Hz
ÍndiaC, D, M230 V50 HzResidential power supplied in India is two wire 240 volts, permitted variation 6%, and maximum load 40 amperes. Frequency 50 Hz. Many power outlets are universal and accept many plugs without adapter. A combination receptacle for types C, D and M is usually present.
IndonésiaC, F, G220 V50 HzType G socket/plug is not common.
IrãC, F220 V50 HzType C wall sockets are less common, and exist only in older installations. Type F is used for new installations. Type C Plugs are common for low-power devices.
IraqueC, D, G230 V50 Hz
IrlandaG (obsolete or specialist installations may be D and M (as in the UK) or F)230 V (formerly 220 V)50 HzG Sockets and plugs standard as defined by NSAI I.S. 401 (Plug) I.S. 411 (Socket outlet). Type F ("Side Earth") plugs occasionally seen in old installations probably because much of the early Irish electrical network was heavily influenced by Siemens. ' A 'shaver' socket (similar to Type C) is sometimes found in bathrooms that will provide low current to some other plug types. These almost always have a 110 V socket and a 230 V socket in the same unit, or a switch to select voltage, which are sometimes labelled as 115 V and 230 V. The G type socket often has a on-off switch on the socket. 110 V centre point earthed transformers are often used for industrial portable tools. Type M plugs are permitted for applications where the power draw does not exceed 5 Amps; this power limitation allows type M sockets to be powered from domestic 10 Amp circuits and to be controlled by domestic lighting switches.
IslândiaC, F230 V50 Hz
IsraelC, H, M230 V50 HzThe standard for H plugs and sockets was recently modified to use round pins, so most modern sockets accept both type C and type H plugs. Type M sockets are used for air conditioners. Identical plugs and sockets also used in thePalestinian National Authorityareas.
ItáliaC, F, L230 V (formerly 220 V)[17]50 HzThe common socket has 8-shaped holes to accept both 16A and 10A version of L plug, but in hotels are still common 10A sockets, schuko socket are very unusual (but is easy to find an adaptor rated up to 1500 Watt). C sockets are not used in modern installations. Italian wall-boxes are almost identical to American ones, but are usually horizontal mounted.
JamaicaA, B110 V and 220 V50 Hz
JapãoA, B100 V50 Hz
and
60 Hz
East Japan 50 Hz (Tokyo,KawasakiSapporoYokohama, and Sendai); West Japan 60 Hz (OkinawaOsakaKyotoKobe,NagoyaHiroshima). Older buildings have nonpolarized sockets, in which case American polarized plugs (one prong wider than the other) would not fit. Many buildings do not have the ground pin. Sockets and switches fit in American-sized standard boxes.
JordâniaB, C, D, F, G, J230 V50 Hz
KuwaitC, G240 V50 Hz
LaosA, B, C, E, F230 V50 Hz
LesotoM220 V50 Hz
LetóniaC, F230 V50 HzHarmonized to the EU standard of 400/230V[18]
LíbanoA, C,200 V50 HzJust about all plugs use type C. Before 1999 the voltage used to be 100 instead of 200.
LibériaA, B, C, E, F120 V
and
240 V
50 HzPreviously 60 Hz, now officially 50 Hz. Many private power plants are still 60 Hz. A & B are used for 110 V; C & F are used for 230/240 V. Much of the centralized power system was destroyed during the civil wars starting in 1990, and public power supplies are still limited. Local supplies may vary and may not match the usual voltage for a particular wall socket.[19]
LíbiaD, L127 V50 HzBarcaBenghaziDernaSabhaTobruk 230 V.
LiechtensteinC, J230 V50 HzSwiss Norm, C only in the form CEE 7/16.
LituâniaC, F220 V50 HzVilla Monarchy uses 127 V 50 Hz and type GOST sockets with 4.0 mm pins similar to West European C type plugs
LuxemburgoC, F230 V (formerly 220 V)50 Hz
MacauD, M, G, a small number of F220 V50 HzNo official standards there. However, in the Macao-HK Ferry Pier built by PortugueseGovernment before handover the standard was E & F. Afterhandover, Macau adopted G in both government and private buildings. Before 1980s, 110 V was found in Macau but now obsolete.
MacedôniaC, F230 V50 HzHarmonized to EU standard 400/230V[20]
MadagáscarC, D, E, J, K127 V
and
220 V
50 Hz
Região Autónoma da MadeiraC, F220 V50 Hz
MalásiaC, G (but M for air conditioners and clothes dryers)240 V (although officially ratified as 230 V)50 HzThe official mains power voltage is AC 230 V with the tolerance of +10%,-6%.[21] However, the supplied voltage remains at 240 V, as the supplied voltage is within the allowed tolerance. Areas that rely on private power companies, like some parts ofPenang and Kedah, receive a true 230 V supply. Remote villages which rely on off-grid localized diesel generators (i.e. small villages and/or isolated holiday resorts on islands too far away from the mainland to have viable underwater cabling) may receive unstable power with higher voltages, with some areas recorded to be as high as 260 V. Type C plugs are very common with audio/video equipment. Plugged into Type G outlets using widely available adapters or forced in by pushing down the shutter. The latter is widely practised, although hazardous. Since the late 90s, dedicated Type C sockets can also be found on some power strips sold in the country for convenience given the wide proliferation of devices with Type C plugs. Type C sockets can also be found on dedicated shaver sockets in bathrooms of many hotels. Type M sockets are normally used for air conditioning (especially if the air conditioner requires a magnetic starter), heavy industrial equipment, spotlights, and less commonly, washers and clothes driers. This is because most modern washers sold in the country are also fitted with Type G plugs and are two-in-one compact units which uses the same tub for washing and drying.
MalawiG230 V50 Hz
MaldivasA, D, G, J, K, L230 V50 Hz
MaliC, E220 V50 Hz
MaltaG230 V50 Hz
MarrocosC, E127 V
and
220 V
50 HzConversion to 220 V only underway.
MartinicaC, D, E220 V50 Hz
MauritâniaC220 V50 Hz
MauríciaC, G230 V50 Hz
MéxicoA, B127 V60 HzType B is becoming more common. Voltage can legally vary by +/- 10% (giving a range of 114 to 140 volts). Split phaseis commonly available and local electricians are apt to wire both to a type A/B socket to give 240 V for air conditioning or washing machine/dryers.
MicronésiaA, B120 V60 Hz
MoçambiqueC, F, M220 V50 HzType M found especially near the border with South Africa, including in the capital, Maputo.
MoldáviaC, F220 V50 HzCompatible with European and former Soviet Union (GOST) standards.
MónacoC, D, E, F230 V50 HzSupplied from France
MongóliaC, E220 V50 Hz
MontenegroC, F230 V50 HzVoltage has been harmonized to the EU standard of 400/230V[22]
MontserratA, B230 V60 Hz
MyanmarC, D, F, G230 V50 HzTipo G encontrado primariamente nos melhores hoteis. Também muitos hotéis aceitam o tipo I.
NamíbiaD, M220 V50 Hz
NauruI240 V50 Hz
NepalC, D, M230 V50 Hz
NicaráguaA, B120 V60 Hz
NígerA, B, C, D, E, F220 V50 Hz
NigériaD, G240 V50 Hz
NoruegaC, F230 V50 Hz
IT earthing system (most widespread)
TN earthing system (new installations)
TT earthing system (used in some installations in Bergen)
Sockets lacking earth are prohibited in new installations.
Nova CaledôniaE220 V50 Hz
Nova ZelândiaI230 V50 HzElectricity (Safety) Regulations 2010 state supply voltage is 230 V ±6%
OkinawaA, B100 V60 HzMilitary facilities 120 V.
OmãC, G240 V50 HzVoltage variations common.
Países BaixosC, F230 V (formerly 220 V)50 Hz
PanamáA, B110 V60 HzPanama City 120 V.
Papua-Nova GuinéI240 V50 Hz
PaquistãoC, D, G, M230 V50 HzOfficial standard is 230 V / 50 Hz. Voltage tolerance is 230 V ±5% (218 V to 242 V). Frequency tolerance 50 Hz ±2% (49 Hz to 51 Hz) But Karachi Electric Supply Corporation (KESC) is 240 V / 50 Hz.
Type C and D Plug / Socket are common for low-power devices. Type M Plug / Socket is common for air conditioners and high-power devices. Type G Plug / Socket is less common.
ParaguaiC220 V50 Hz
PeruA, B, C220 V60 HzTalara 110/220 V; some areas 50 Hz[23]
PolôniaC, E230 V (formerly 220 V)50 HzType C Plugs are common, especially for low-power devices. Type C ungrounded sockets could be seen in old houses and in countryside.
PortugalC, F230 V (formerly 220 V)50 HzHarmonized with EU standard 400/230V[24]
Porto RicoA, B120 V60 Hz
QatarD, G240 V50 Hz
QuêniaG240 V50 Hz
QuiribatiI240 V50 Hz
QuirguistãoC220 V50 Hz
Reino UnidoG (D and M seen in very old installs and specialist applications)230 V (formerly 240 V in mainland Britain and 220 V in Northern Ireland)50 HzVoltage tolerance of 230 V +10%/−6% (216.2 V to 253 V), widened to 230 V ±10% (207 V to 253 V) in 2008. The system supply voltage remains centred on 240 V.[25] A "shaver socket" (similar to Type C) is sometimes found in bathrooms that will provide low current to some other plug types. These sometimes have a ~110 V socket and a ~240 V socket in the same unit, or a switch to select voltage for a single socket. The G type socket usually has an on-off switch.IEC 60309 plugs and connectors are used in industrial and construction locations as well as for outdoor use in domestic and other business premises. Plug types D and M were used until the 1960s and are still in preferred use for theatre and TV stage lighting applications due to lack of internal fuse.
República ChecaC, E230 V50 HzType E sockets are standard, earthed appliances ship with an E+F plug. Type C Plugs are common, especially for low-power devices. Type C wall sockets (actually E without the grounded pin and with narrower holes) are very uncommon, and exist only in very old installations.
República Centro-AfricanaC, E220 V50 Hz
República Democrática do CongoC, D220 V50 Hz
República DominicanaA, B110 V60 Hz
ReuniãoE220 V50 Hz
RomêniaC, F230 V (formerly 220 V)50 HzMost household sockets still compatible with East European standards (4.0 mm pins).
RuandaC, J230 V50 Hz
RússiaC, F220 V50 HzUSSR (along with much of Eastern Europe) used type GOST sockets with 4.0 mm pins similar to West European C type plugs and the 4.8mm standard used by West European type E/F Plugs.[26]The former Soviet sockets could be seen mainly in old houses and in countryside. Obsolete standard 127 V/50 Hz AC is used in some remote villages. Elsewhere it was replaced in 1970s by the 220 V standard.
SamoaI230 V50 Hz
Samoa AmericanaA, B, F, I120 V60 Hz
St. MartinC, F120 V and 230 V60 HzDutch Sint Maarten 120 V, 60 Hz; French Saint-Martin 220 V, 60 Hz;
São Cristóvão e NevisA, B, D, G110 V
and
230 V
60 HzRegion plug is same as United States (2 pin) 110-120 V
Santa LúciaG240 V50 Hz
São Pedro e MiquelonE230 V50 Hz
São Vicente e GranadinasA, C, E, G, I, K230 V50 Hz
São Tomé e PríncipeC, F220 V50 Hz
SenegalC, D, E, K230 V50 Hz
SérviaC, F230 V (formerly 220 V)[27]50 Hz
Serra LeoaD, G230 V50 Hz
SeychellesG240 V50 Hz
SingapuraC, G, M(high-power)230 V50 HzType C is used for audio/video equipment and plug adapters are widely available. Type M sockets may be found occasionally for high-power applications.
SíriaC, E, L220 V50 Hz
SomáliaC220 V50 Hz
Sri LankaD, M, G230 V50 HzIncreased use of type G in new houses/establishments. Mainly in Colombo and high end hotels.
SuazilândiaM230 V50 Hz
SudãoC, D230 V50 Hz
Sudão do SulC, D230 V50 Hz
SuéciaC, F230 V (formerly 220 V)50 HzNon-grounded sockets are prohibited in new installations. 400 V for some washing machines and other fixed installations. In bathroom etc. 110-115 socket can be found and used for shavers and other "bathroom tools"
SuíçaC, J230 V50 HzC only in the form CEE 7/16. In some very old installations, type E sockets or sockets that are compatible with type J and type E plugs are found.
SurinameC, F127 V60 Hz
TahitiA, B, E110 V
and
220 V
60 Hz/50 HzMarquesas Islands 50 Hz[28]
TaiwanA, B110 V60 HzAll outlets are Type A or Type B. When an outlet is Type B, the ground (earth) holes of the outlets are usually not connected to anything. Most appliances have Type A plugs, but computers and high-power appliances have Type B plugs. The ground prongs on Type B plugs are often cut off to make the plugs fit into Type A sockets. Sockets and switches are built to USA dimensions and fit USA sized wall boxes. Different outlets (which can not accept Type A or Type B plugs) provide 220 V for air conditioners.
TailândiaA, B, C220 V50 HzAlthough Thailand uses 220 V, type A- and type B-compatible plugs and sockets were originally adopted in Thai Industrial Standards (TIS) 166-2519 and 166-2535 in 1976 and 1992. However, type C plugs are also widely used, and a hybrid socket is almost universally found. Usually the socket is a combination of types B and C, although ungrounded type A/C hybrids are still commonly found in rural areas and older installations. Appliances with type F Schuko plugs are also common, although corresponding grounded outlets are not usually found. In 2004, TIS 166-2547 (and later, its subsequent version 166-2549) was adopted, stipulating a type C-compatible standard plug based on IEC 60906-1 but with the position of the ground pin following that of NEMA 5-15 (type B). the hybrid socket is accepted as standard, with plans to phase out support for type A and type B flat pins in the future.[29][30] Receptacles and switches for in-wall use are built to USA dimensions and fit USA standard type wall boxes.
TajiquistãoC, I220 V50 Hz
TanzâniaD, G230 V50 Hz
Timor-LesteC, E, F, I220 V50 Hz
TogoC220 V50 HzLomé 127 V.
TongaI240 V50 Hz
Trinidad e TobagoA, B115 V60 Hz
TunísiaC, E230 V50 Hz
TurcomenistãoB, F220 V50 Hz
TurquiaC, F230 V50 Hz
UcrâniaC, F220 V50 Hz
UgandaG240 V50 Hz
UruguaiC, F, L (I only in very old installs)230 V (formerly 220 V)50 HzType L is the most common in modern homes and type F is the second as a result of computer use. Neutral and live wires are reversed, as in Argentina.
UzbequistãoC, I220 V50 Hz
VanuatuI230 V50 Hz
VenezuelaA, B120 V60 HzType G found in household 240 V/208 V service only for air conditioning and some high power appliances.
VietnãA, C, G220 V50 HzType A is the norm in Southern Vietnam and Type C is the norm in Northern Vietnam (according to the pre-unification border at17 degrees North). Type G is found only in some new luxury hotels, primarily those built by Singaporean and Hong Kong developers. But Type G is never found in homes, shops, or offices.
ZâmbiaC, D, G230 V50 Hz
ZimbábueD, G220 V50 Hz

A (NEMA 1-15 EUA 2 pinos)

B (NEMA 5-15 EUA 3 pinos)

C (CEE 7/16 Europlug)

C (CEE 7/17 Euro 2 pinos)

D (Versão BS546 de 5 A do Tipo M. Uma versão menor de 2 A também está disponível.)

E (Frances)

F (CEE 7/4 "Schuko")

E+F (CEE 7/7)

G Type (Reino Unido)

H (SI 32 Israel)

I (AS-3112 Argentina, Austrália e Nova Zelândia)

I, mais tomadas para A, C e I (China)

J (SEV-1011 Suiça)

K (SRAF 1962/DB Dinamarca)

L (CEI 23-16 Albânia, Ilhas Canárias, Chile, Etiópia, Itália, Líbia, Maldivas e Síria )

M (Uma versão de 15  do Tipo D BS546)

[editar]Ver também

[editar]Referências

  1. ↑ a b c d Electric Current Abroad (PDF). U.S. Department of Commerce, International Trade Administration (2002).
  2.  IEC/TR 60083: Plugs and socket-outlets for domestic and similar general use standardized in member countries of IEC. International Electrotechnical Commission, fevereiro de 2009. Este relatório técnico de 359 páginas descreve todos os padrões nacionais para plugues e tomadas domésticos. Seu predecessor de 1963, CEE Publication 7, cobria apenas a Europa.
  3.  http://www.cez.al/edee/content/file-other/albanie/part_1_tp-general_requirements.pdf
  4.  Dual voltage system. Arab News. Página visitada em 2011-06-15.
  5.  Saudi Cabinet Cabinet OKs change in power supply. Arab News. Página visitada em 2011-08-31.
  6.  AS60038-2000 Standards Australia - Standard Voltages
  7.  http://www.elektroprivreda.ba/np/ep/epp?bp=3&mp=46
  8.  Rick Gilmour et al., editor, Canadian Electrical Code Part I, Twentieth Edition, C22.1-06 Safety Standard for Electrical Installations, Canadian Standards Association, Toronto, Ontario Canada (2002) ISBN 1-55436-023-4, diagram 1 and rule 26-700
  9.  North Korea Technical Information for Travelers
  10.  Danish Safety Technology Authority (Sikkerhedsstyrelsen)
  11.  Danish Safety Technology Authority (Sikkerhedsstyrelsen)
  12.  Danish Safety Technology Authority (Sikkerhedsstyrelsen)
  13.  Danish Safety Technology Authority (Sikkerhedsstyrelsen)
  14.  [1]
  15.  http://www.gplinc.com/?q=our_history History of Guyana Power and Light, retrieved 2009 July 31
  16.  http://www.stabroeknews.com/2009/news/local/07/10/gpl-converting-parts-of-city-to-60-hz/ GPL Converting Parts of the City to 60 Hz, retrieved 2009 July 31
  17.  Enel
  18.  http://www.latvenergo.lv/portal/page/portal/english/latvenergo/main/business/rates/
  19.  History. Liberia Electricity Corporation. Página visitada em 2008-10-26.
  20.  http://www.evn.mk/mk/kunden/preise_u_tarife.asp
  21.  Guidelines For Electrical Wiring In Residential Buildings - Energy Commission of Malaysia.
  22.  http://www.epcg.co.me/en02_01.html
  23.  Dilwyn Jenkins, The Rough Guide to Peru 2003 Rough Guides, ISBN 1843530740, page 57
  24.  http://www.edpdistribuicao.pt/pt/infocenter/noticias/2011/Pages/ManualdeLigacao.aspx
  25.  Lighting Industry Federation Ltd (2001) LIF Technical Statement No. 15, European Voltage Harmonisation. Accessed 2008-08-20
  26.  ГОСТ 7396.1-89
  27.  UREDBA O USLOVIMA ISPORUKE ELEKTRIČNE ENERGIJE ("Sl. glasnik RS", br. 107/2005)
  28.  http://www.worldstandards.eu/electricity.htm#plugs_f Electricity around the world
  29.  Thai Industrial Standard 166-2547: Plugs and socket-outlets for household and similar purposes: plugs and socket-outlets with rated voltage not exceeding 250 V (em Thai). [S.l.]: Thai Industrial Standards Institute.ISBN 974-9815-94-7 Página visitada em 23 November 2011.
  30.  http://www.leoni-electrical-appliances.com/Plugs.6775.0.html?&L=1&cHash=1109b26519&mode=DETAILS&cpid=2071&uid=261

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Eletricidade_dom%C3%A9stica_por_pa%C3%ADs
http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.pt

domingo, 3 de março de 2013

Serigrafia ou silk-screen



A serigrafia
Serigrafia ou silk-screen é um processo de impressão no qual a tinta é vazada – pela pressão de um rodo ou puxador – através de uma tela preparada. A tela (Matriz serigráfica), normalmente de poliéster ou nylon, é esticada em um bastidor (quadro) de madeira, alumínio ou aço. A "gravação" da tela se dá pelo processo de fotosensibilidade, onde a matriz preparada com uma emulsão fotosensível é colocada sobre um fotolito, sendo este conjunto matriz+fotolito colocados por sua vez sobre uma mesa de luz. Os pontos escuros do fotolito correspondem aos locais que ficarão vazados na tela, permitindo a passagem da tinta pela trama do tecido, e os pontos claros (onde a luz passará pelo fotolito atingindo a emulsão) são impermeabilizados pelo endurecimento da emulsão fotosensível que foi exposta a luz.
É utilizada na impressão em variados tipos de materiais (papel, plástico, borracha, madeira, vidro, tecido, etc.), superfícies (cilíndrica, esférica, irregular, clara, escura, opaca, brilhante, etc.), espessuras ou tamanhos, com diversos tipos de tintas ou cores. Pode ser feita de forma mecânica (por pessoas) ou automática (por máquinas).
A serigrafia caracteriza-se como um dos processos da gravura, determinado de gravura planográfica.
A palavra planográfica, pretende enfatizar que não há realização de sulcos e cortes com retirada de matéria da matriz. O processo se dá no plano, ou seja na superfície da tela serigráfica, que é sensibilizada por processos foto-sensibilizantes e químicos. O princípio básico da serigrafia é relacionado freqüentemente ao mesmo princípio do estêncil, uma espécie de máscara que veda áreas onde a tinta não deve atingir o substrato (suporte).
O termo serigrafia (serigraph, em inglês) é creditado a Anthony Velonis, que influenciado por Carl Zigrosser, crítico, editor e nos anos 1940, curador de gravuras do Philadelphia Museum of Art, propôs a palavra serigraph (em inglês), do grego sericos(seda), e graphos (escrever), para modificar os aspectos comerciais associados ao processo, distinguindo o trabalho de criação realizado por um artista dos trabalhos destinadas ao uso comercial, industrial ou puramente reprodutivo.
Velonis também escreveu um livro em 1939, intitulado Silk Screen Technique (New York: Creative Crafts Press, 1939) que foi usado como "how-to" manual de outras divisões de posters. Ele viajou extensivamente orientando os artistas da FAP sobre a técnica da serigrafia.

Índice

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[editar]História

Loja de serigrafia (especializada em estampasindígenas), em Araxá.
Desde os tempos mais remotos, existe, no Oriente, o estêncil (pl. estênceis, em inglês stencil) para a aplicação de padrões (modelos, espaços seqüenciais) em tecidos, móveis e paredes.
Na China os recortes em papel (cut-papers) não eram só usados como uma forma independente de artefato, mas também como máscaras para estampa, principalmente em tecidos.
No Japão o processo com estêncil alcançou grande notabilidade no período Kamamura quando as armaduras dos samurais, as cobertas de cavalos e os estandartes tinham emblemas aplicados por esse processo. Durante os séculos XVII e XVIII ainda se usava esse tipo de impressão na estamparia de tecidos. Aos japoneses é atribuída a solução das “pontes” das máscaras: diz-se que usavam fios de cabelo para segurar uma parte na outra.
No Ocidente registra-se no século passado, em LyonFrança, o processo (de máscaras, recortes) sendo usado em indústrias têxteis (impressão a la lyonnaise ou pochoir) onde a imagem era impressa através dos vazados, a pincel. No início do século registravam-se as primeiras patentes: 1907 na Inglaterra e 1915 nos Estados Unidos, e o números de impressos comerciais cresceu muito. Na América, os móveis, paredes e outras superfícies eram decorados dessa maneira.
Foram raros os artistas que utilizaram o processo como ferramenta para a execução de gravuras, ou de trabalhos gráficos. Theóphile Steinlein, um artista suíço que vivia em Paris no início do século (morreu em 1923) é um dos poucos exemplos do uso da técnica. Neste período da grande depressão de 30, nos EUA os esforços do WPA - Federal Art Projects, estimularam um grupo de artistas encabeçados por Anthony Velonis a experimentar a técnica com propósitos artísticos. Os materiais e equipamentos baratos, facilmente encontrados sem grandes investimentos foram algumas das razões que estimularam os artistas a experimentar o processo. Entre eles, citamos Bem Shahn, Robert Gwathmey, Harry Stenberg. Tais artistas iniciaram um importante trabalho de transformar um meio mecânico, cujas qualidades gráficas se limitavam às impressões comerciais, numa importante ferramenta para desenvolver seus estilos pessoais. O sentido desse esforço inicial estendeu-se aos artistas dos anos 1950, incluindo os expressionistas abstratos e os action painters, como Jackson Pollock.
Até Marcel Duchamp, que não era exatamente um artista-gravador, nos deixou um auto-retrato de 1959, uma serigrafia colorida que está no MoMa (Museum of Modern ArtNova York).
No fim da segunda guerra mundial, quando os aviões americanos aterrizaram em Colónia (Alemanha), com suas fuselagens decoradas com emblemas e comics em serigrafia, surgiu o interesse europeu pela técnica.
As barreiras e definições estabelecidas que tratavam a serigrafia como “manifestação gráfica menor” só foram eliminadas no fim dos anos 1950, início dos 1960. O grande responsável por isso foi o processo fotográfico utilizado através da serigrafia e novos conceitos e movimentos artísticos, além do avanço tecnológico (ver Pop artOp artHard-edgeStripeColor-field,Minimal Art). Os primeiros artistas que se utilizaram do processo procuravam tornar mais naturais e menos frias as impressões. Foram ressaltados, entre outros, dois pontos básicos da técnica: (1) sua extrema adaptabilidade que permite a aplicação sobre qualquer superfície inclusive tridimensional, muito conveniente para certas tendências artísticas (2) e suas especificidades gráficas próprias, ou seja características gráficas que apenas a serigrafia pode proporcionar.
Da necessidade de artistas como Rauschemberg, Rosenquist, Warhol, Lichtenstein, Vasarely, Amrskiemicz, Albers, Indiana e Stella, houve o desenvolvimento contemporâneo do processo em aplicações artísticas. Novos conceitos foram associados às idéias tradicionais e o estigma “comercial” da serigrafia tornou-se uma questão ultrapassada.

[editar]Bibliografia

  • А. Парыгин: Искусство шелкографии. ХХ век. — СПб, 2010. — 304 с. (rus).
  • M. Caza: La Sérigraphie – Genève: Bonvent, 1973. (franc).
  • J. I. Bigeleisen: Screen Printing: A Contemporary Guide. – New-York, 1972. (ingl).
  • M. Guberti-Helfrich: Serigrafia per Artisti. – Milan, 1957. (ital).

http://pt.wikipedia.org/wiki/Serigrafia


domingo, 24 de fevereiro de 2013

O que é Sublimação



Simples aparelho de sublimação. A água fria percorre um circuito no interior do aparelho.
1 Entrada da água de arrefecimento 2Saída da água de arrefecimento 3Tomada de vácuo do gás 4 Câmara de sublimação 5 Composto sublimado 6Material a sublimar 7 Aquecimento externo
sublimação é a mudança do estado sólido para o estado gasoso, sem passar pelo estado líquido, que também pode ser chamada de ressublimação. O ponto de sublimação, assim como o ponto de ebulição e o ponto de fusão, é definido como o ponto no qual a pressão de vapor do sólido se iguala a pressão aplicada.[1] Sublimação também pode ser a passagem direta do estado gasoso para o estado sólido.[2]
Também é chamado de ressublimação ou sublimação inversa a passagem do estado gasoso para o sólido, considerando-se que a sublimação seja apenas a passagem do estado sólido para o gasoso. Mas muitos químicos consideram que sublimação é o nome de ambos os processos e desconsideram o substantivo "ressublimação". Em certos livros também se fala de deposição já que as moléculas do gás se depositam espontaneamente para a formação do sólido.
A sublimação é característica de substâncias que possuem pressão de vapor no ponto de fusão maior que a pressão atmosférica. Dessa forma, na pressão atmosférica a substância desenvolve pressão de vapor suficiente para vaporizarcompletamente. Isso ocorre geralmente com substâncias apolares com altasimetria, pois elas possuem pontos de fusão altos e altas pressões de vapor.
naftalina, assim como o iodo são bons exemplos de substâncias sublimáveis.

[editar]Sublimação como método de purificação

A sublimação pode ser usada para purificar sólidos. O sólido é aquecido até que sua pressão de vapor se torna suficientemente grande para ele vaporizar e posteriormente ressublimar numa superfície fria colocada logo acima. O sólido é então contido na superfície fria enquanto as impurezas permanecem no recipiente original.
Muitos sólidos não desenvolvem pressão de vapor suficiente a 760 mm Hg (pressão atmosférica ao nível do mar) mas podem ser sublimados utilizando aparatos capazes de reduzir a pressão aplicada. A redução de pressão é uma forma de prevenir a decomposição térmica de substâncias que requerem alta temperatura para sublimarem a pressões comuns.
A vantagem que esta técnica apresenta é que nenhum solvente é necessário e assim não é preciso removê-lo mais tarde. A sublimação também permite a remoção de material ocluso, como moléculas de solvatação. Ela consiste num método mais rápido de purificação do que a cristalização, no entanto. Não é tão seletiva pois é difícil lidar com a similaridade de pressão de vapor entre os sólidos.
Em suma é a técnica que se usa quando um dos componentes da mistura sólida sublima facilmente, isto é, passa diretamente do estado sólido ao estado gasoso, por aquecimento, e do estado gasoso ao estado sólido, por arrefecimento. Pode usar esta técnica para separar, por exemplo, o iodo da areia.

Referências

  1.  Ferreira, P. H. "Sublimação" no site InfoEscola.com acessado a 17 de novembro de 2009
  2.  Transformações Físicas & Químicas. Página visitada em 09/01/2012.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sublima%C3%A7%C3%A3o




Transfer sublimático



Transfer sublimático também conhecido como estampa por transfer sublimático é um processo paraimpressão de imagens ou figuras em tecidos.

[editar]Processo

As estampas são transferidas de um papel previamente impresso com a tinta de corante sublimático.
transfer é aplicado em tecido; geralmente utilizado em camisas esportivas, abadás, roupas íntimas, maiôs, biquinis e moda em geral.
O processo de transferência se dá através do calor que dilata a trama do tecido e libera a tinta do papel, transferindo a imagem.
Este método proporciona maior qualidade e alta definição de imagem.
Este processo atualmente tem sido muito difundido pela queda de preço das impressoras sublimáticas, que suportam a tinta própria para o processo.
Alguns tipos de exemplos de utilização de transfer sublimático:
- Camisetas
- Chinelos personalizados
- Canecas, copos e etc
- Apliques têxteis termocolantes

[editar]

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Transfer_sublim%C3%A1tico




quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Masterização e remasterização de CD DVD


A tecnologia digital não apenas permitiu aos cineastas e músicos criar novas obras de arte inspiradoras, como também deu aos engenheiros de som eeditores de filmes a chance de voltar atrás e restaurar discos e filmesclássicos.
CDs e DVDs remasterizados prometem aos consumidores uma reprodução cristalina e artisticamente fiel de seus filmes e músicas favoritos. Os fãs do Led Zeppelin correm às lojas de discos cada vez que a banda lança outra coleção remasterizada "definitiva" de seus álbuns pioneiros das décadas de 60 e 70. E empresas como a Criterion Collection criaram um mercado para lançamentos de DVDs meticulosamente restaurados e em alta definição de filmes clássicos, estrangeiros e independentes de cineastas como Jean-Luc Godard, Akira Kurosawa e Spike Lee.
Remasterização de CDs
© istockphoto.com / Pali Rao
 
Mas toda essa magia digital não está livre de difamações. Muitos ouvintes reclamam que remasterizar CDs, especialmente na era do MP3, não é nada além de uma desculpa para deixar a música mais alta e com produção exagerada. A remasterização de DVDs encontra os mesmos problemas. Alguns espectadores acham que a restauração de filmes pode ir longe demais e acabar removendo as imperfeições da imagem filmada que a torna única e viva.

Quais são as diferenças entre masterização e remasterização?

Toda gravação, em CD e MP3, precisa ser masterizada antes de ser distribuída ao público. Master é a versão final e definitiva de cada faixa que será copiada e prensada em milhões de CDs e baixada de sites como oiTunes. Uma versão master é criada por um engenheiro de masterização, um tipo especial de engenheiro de áudio que trabalha em um estúdio de masterização.
Os engenheiros de masterização são diferentes dos engenheiros de gravação. O trabalho de um engenheiro de gravação é gravar fielmente cada faixa de vocal e instrumentos com o máximo de clareza, e o mínimo deprocessamento de sinal, possível. O processamento de sinal é qualquer tipo de compressão, distorção ou outros efeitos que alterem o som da gravação.
Uma vez que o engenheiro de gravação tenha capturado cópias limpas de cada faixa, a música é entregue a um engenheiro de mixagem, que é responsável por montar a mixagem final. O engenheiro de mixagem pega separadamente cada faixa de instrumentos e vocais (talvez dúzias para uma única música), e ajusta seu volume, distribuição de estéreo e outras configurações para alcançar um todo equilibrado e satisfatório. Apesar disto ser chamado de mixagem final, não há nada de final até que tenha passado pelas mãos do engenheiro de masterização.
Os consumidores costumam comprar CDs ou DVDs remasterizados que apresentam filmes ou discos clássicos
© istockphoto.com / Slobo Mitic
Os consumidores costumam comprar CDs ou DVDs remasterizados que apresentam filmes ou discos clássicos
 
Uma sessão de masterização é chamada de finalização, pois é quando cada música do CD recebe os ajustes finais que fazem com que ela soe muito bem em vinil, CD, MP3 ou rádio. Cada diferente meio de reprodução exige a sua própria equalização, balanceamento e compressão para que a música chegue clara e forte para o ouvinte.
Discos de vinil, por exemplo, costumam ser tocados em equipamentos de estéreo domésticos com bons alto falantes. Já os MP3s, podem ser tocados em um par de caixas de som baratas de um computador ou em um iPod. O trabalho do engenheiro de masterização é saber como fazer as músicas soarem muito bem, não importa onde ou como elas sejam tocadas. Os engenheiros de masterização costumam ter décadas de experiência no ramo das gravações e um ouvido peculiarmente treinado.
Já a remasterização é simplesmente o processo de pegar um álbum já existente e masterizá-lo novamente. Nos anos 80 e 90, muitas bandas lançaram versões "remasterizadas digitalmente" de suas gravações originais em vinil ou fita cassete. Neste caso, os álbuns foram remasterizados para tocar em CDs. Para isso, um engenheiro de masterização deve digitalizar a versão analógica original da mixagem final e usar uma estação de áudio digital (DAW) como o Pro Tools para reequilibrar e equalizar todas as faixas.
A remasterização normalmente é reservada para coleções de "greatest hits" de uma banda ou outros lançamentos especiais. A palavra ganhou um sentido altamente promocional, e é usada para revender música já existente a consumidores com a promessa de trazer um som mais claro e detalhado, ou até mesmo um som totalmente novo.
Os DVDs são remasterizados por muitas das mesmas razões. A ideia é usar a tecnologia moderna de edição digital para criar a prensagem mais limpa e artisticamente autêntica de um filme já existente. Os editores voltam ao original do filme e usam softwares especiais de edição para remover poeira, arrumar quadros danificados, melhorar o balanço de cores e aumentar bem a clareza e a qualidade do áudio.
Esses DVDs remasterizados normalmente são relançados em discos de alta definição com a taxa de aspecto originalmente pretendida pelo diretor (wide-screen, por exemplo, no lugar da taxa de 4:3 preferida para telas de TV convencionais) e com extras, como documentários, cenas de bastidores e entrevistas com os cineastas. Mais uma vez, a remasterização é uma excelente maneira de dar um novo fôlego a um produto antigo.

Processo de remasterização de CDs/DVDs

Se você está remasterizando um disco em vinil para tocar em CD, então a primeira etapa é localizar a versão original analógica da mixagem final e digitalizar cada faixa em uma DAW como o Pro Tools. Se você estiver remasterizando um CD existente, precisará de uma cópia da versão digital original da mixagem final.
A próxima etapa é montar as faixas na ordem desejada. A ordem das faixas influencia o fluxo geral do CD, como os altos e baixos emocionais de uma fita com uma boa mixagem. Os engenheiros de masterização preocupam-se primeiro com a ordem de faixas, pois isso afetará a forma como cada música é balanceada sonoramente com as que vêm antes e depois.
Agora o engenheiro de masterização usa uma paleta de equipamentos de software para "amaciar" o som de cada música. É importante compreender que os engenheiros de masterização acertam e ajustam o som da mixagem inteira da música, não as configurações de cada instrumento individual ou faixa de voz. Essas configurações das faixas individuais já estão travadas pelo engenheiro de mixagem.
Engenheiros de som frequentemente remasterizam CDs antigos
© iStockphoto.com
Engenheiros de som frequentemente remasterizam CDs antigos
 
As ferramentas mais comuns do engenheiro de masterização são umcompressor, um limitador e um equalizador. Tanto os compressores quanto os limitadores são usados para controlar a altura da música. Não é a mesma coisa que o volume da música, que em última análise é controlado pelo ouvinte. Para compreender como os compressores e limitadores funcionam, você precisa entender primeiro a diferença entre a altura e adinâmica.
A dinâmica diz respeito à faixa dinâmica geral de uma música, que é medida calculando a diferença entre as partes mais altas e mais quietas de uma música. Dentro do estúdio de gravação (em inglês), a altura é medida em decibéis negativos (-dB), com o zero representando o som mais alto gravável. Sem compressão, uma música pode ter uma seção alta que registre -6dB e uma parte suave que marque -48dB, alcançando uma faixa dinâmica total de 42dB.
Se um engenheiro de masterização quiser tornar a música toda mais alta, ele pode aumentar o ganho em 6dB. Mas se ele fizesse isso com o nosso exemplo, a parte mais alta da música (-6dB) chegaria a zero, que é muito alto para tocar com clareza na maioria dos aparelhos de som. Em vez disso, ele usa um compressor para reduzir a faixa dinâmica da música, para que as partes altas não sejam tão altas e as partes calmas não sejam tão calmas. Agora ele pode aumentar o ganho geral da música sem que as partes mais altas entrem no vermelho.
Um limitador funciona de forma semelhante, colocando uma cobertura sobre as partes mais altas da música. Se um som ultrapassar esse limite, ele será automaticamente reduzido por um taxa predeterminada, digamos 2:1. Então, para cada dois decibéis acima do limite, o som será reduzido em um decibel. Um bom engenheiro de masterização sabe como usar compressores e limitadores para adicionar altura suficiente e impacto emocional em uma música sem aplainar demais ou causar colapso na faixa dinâmica.
A seguir, o engenheiro usa a ferramenta de equalização para alcançar o perfeito equilíbrio tonal da música. Um software equalizador parece com o equalizador analógico em seu aparelho de som, com controles para cada frequência do espectro audível. Ao longo da música, o engenheiro de masterização ajustará os controles para deixar os sons graves mais encorpados, realçar detalhes dos agudos e manter tudo equilibrado.
Para a remasterização de DVDs, os editores de filmes e vídeos usam software especial para restauração, como o Digital Restoration System (DRS) da MTI, para remover meticulosamente a poeira e os detritos de rolos de filmes danificados e restaurar as cores a seu esplendor original. Em seguida, editores especiais de áudio usam sistemas como o ProTools para remover chiados e ruídos, aumentar o volume dos diálogos, clarear os efeitos de áudio e adicionar o som sorround Dolby 5.1 [fonte: Frucci - em inglês]. Hoje em dia, muitos DVDs estão sendo remasterizados especificamente para lançamento nos DVDs Blu-Ray de alta definição.

Fonte:
Dave Roos.  "HowStuffWorks - Como são remasterizados os CDs e DVDs?".  Publicado em 13 de outubro de 2008  (atualizado em 04 de fevereiro de 2009) http://lazer.hsw.uol.com.br/remasterizar-cd-dvd.htm  (31 de outubro de 2012)
Dave Roos.  "HowStuffWorks - Como são remasterizados os CDs e DVDs?".  Publicado em 13 de outubro de 2008  (atualizado em 04 de fevereiro de 2009) http://lazer.hsw.uol.com.br/remasterizar-cd-dvd1.htm  (31 de outubro de 2012)
Dave Roos.  "HowStuffWorks - Como são remasterizados os CDs e DVDs?".  Publicado em 13 de outubro de 2008  (atualizado em 04 de fevereiro de 2009) http://lazer.hsw.uol.com.br/remasterizar-cd-dvd2.htm  (31 de outubro de 2012)